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| Texto para enviar ao deputado Federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR) que não honrou compromisso com a pec 300 Site fale com o deputado [Somente os membros podem ver links - Clique aqui para se tornar membro] Texto: Dep. Kaefer foi com muito pesar que presenciamos sua saída da câmara dos deputados momentos antes de começar as discussões em torno da PEC 300, sua evasiva foi como uma faca nas costas, principalmente depois de ter nos afirmado pessoalmente aí no gabinete, na primeira semana de fevereiro, que iria estar do lado dos policiais e bombeiros do país e que seu voto seria sim. Agora estamos em um momento muito crítico em que o governo tenta derrubar os destaques e prejucar o piso salarial da categoria, solicitamos que o dep como representante do povo que o elegeu dê seu voto favorável à este mesmo povo. Estaremos acompanhando as manobras feitas em planária tais como a falta de quórum, das quais muitos deputados paranaenses ter participado descaradamente, cabe ressaltar que esses mesmos nomes serão lembrados e aclamados ou difamados neste ano político. Obrigado! E este texo para mandar para os outros deputados Senhores Deputados com muito pesar que presenciamos a saída do deputado Federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR) da câmara dos deputados momentos antes de começar as discussões em torno da PEC 300, sua evasiva foi como uma faca nas costas, principalmente depois de ter nos afirmado seu apoio pessoalmente aí no gabinete, na primeira semana de fevereiro. Estaremos acompanhando as manobras feitas em planária tais como a falta de quórum, das quais muitos deputados paranaenses e de outros estados ter participado descaradamente, cabe ressaltar que esses mesmos nomes serão lembrados e aclamados ou difamados neste ano político. Obrigado! |
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| 10/03/2010 - 17h30 fonte congresso em foco Câmara desiste da ideia de congelar PECs até as eleições PEC 300, no entanto, ainda não está garantida. Uma comissão de líderes definirá em 20 dias uma lista de projetos considerados prioritários [Somente os membros podem ver links - Clique aqui para se tornar membro] Líderes partidários se reuniram com o presidente da Câmara, Michel temer (PMDB-SP), nesta quarta-feira (10) e desistiram da ideia do governo de [Somente os membros podem ver links - Clique aqui para se tornar membro] na Câmara até as eleições de outubro. Isso, porém, não significa que está garantida a continuação da tramitação da PEC 300, o real motivo da sugestão de congelamento das PECs. Uma comissão de líderes será criada para definir os critérios de votação e apresentará em até 20 dias uma lista de PECs consideradas prioritárias. Até lá, nenhuma PEC será votada. A tentativa de paralisar a tramitação das PECs é uma resposta do governo à pressão de policiais e bombeiros militares pela votação da PEC 300, que cria o piso salarial da categoria. Diante da mobilização, deputados se manifestar a favor da matéria. Deputados ligados à área policial criticaram o prazo de 20 dias para a Casa começar a analisar as PECs. “Depois de 20 dias, tem Semana Santa, tem Copa do Mundo. Aí vai acabar em samba, se não acabar em pizza. Isso é uma covardia”, afirmou o deputado Capitão Assunção (PSB-ES). A PEC 300 teve seu texto-base aprovado na semana passada. Contudo, para concluir a votação da matéria em primeiro turno, [Somente os membros podem ver links - Clique aqui para se tornar membro]. O deputado José Genoino (PT-SP), autor de um desses destaques, destacou que a bancada do PT conversará com a categorias no momento adequado. “A bancada do PT não é contra as PECs. Vamos negociar com as categorias mobilizadas como vamos votar no plenário”, afirmou. Pauta A Câmara deve concluir a votação nesta quarta do PL 5938/09, que estabelece a distribuição dos recursos advindos do pré-sal entre estados e municípios. Para tanto, é preciso analisar a emenda, de autoria dos deputados Humberto Souto (PPS-MG) e Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que muda os critérios da distribuição dos royalties. Deputados desistiram de votar a PEC 590/06, que reserva às mulheres pelo menos uma vaga nas mesas diretoras e nas comissões do Congresso. Inicialmente, a matéria seria votada hoje. O PL 270/03, que libera os jogos de bingo no país, também está na pauta. Contudo, ao sair da reunião de líderes, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) afirmou que a matéria não seria votada hoje. |
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| 10/03/2010 - 18h15 fonte congresso em foco Deputado conclama greve nacional em prol da PEC 300 Rodolfo Torres [Somente os membros podem ver links - Clique aqui para se tornar membro], o deputado Capitão Assunção (PSB-ES) subiu à tribuna da Câmara para conclamar os trabalhadores do setor de segurança a uma greve nacional em prol da PEC 300 (matéria cujo texto-base já foi aprovado). “Só desse jeito vamos ser respeitados. Temos de parar o Brasil. Os trabalhadores de segurança pública têm de parar a nação brasileira para serem respeitados”, gritou o capixaba enquanto era aplaudido pelas galerias lotadas. Segundo o deputado, o governo federal é o culpado pela paralisação da PEC, que garante piso salarial para policiais e bombeiros militares. “A intenção deliberada por parte do governo é não votar o piso salarial nacional dos policiais militares, dos bombeiros militares e dos policiais civis”, afirmou. Após a fala do deputado, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), foi irônico em relação às manifestações dos favoráveis à PEC 300 nas galerias: “Está ruim isso aqui, heim?”. Em seguida, Temer pediu aos manifestantes que fizessem silêncio, sob risco de ter que pedir o esvaziamento das galerias. |
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| Contra proposta salarial, PM faz paralisação em Curitiba Policiais se aquartelaram em dois batalhões da capital. Mulheres estariam sendo convocadas para fazer piquetes em quartéis Em protesto contra a proposta salarial apresentada ontem pelo vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) na Assembleia Legislativa os policiais militares de Curitiba pararam de atender ocorrências na noite de ontem. Eles ficaram aquartelados em pelo menos dois batalhões – o 13.º e o 17.º – e usaram a própria frequência de rádio da polícia para organizar a paralisação. As esposas também já foram convocadas para a mobilização. Pela lei, os policiais militares são proibidos de fazer qualquer tipo de greve ou paralisação sob pena de serem presos. Usualmente, as esposas são chamadas para fazer piquetes em frente aos quartéis, impedindo a saída dos carros – o que elimina, em tese, a responsabilidade dos PMs sobre a paralisação. A movimentação começou na tarde de ontem, após a apresentação do projeto de reajuste salarial ao Legislativo estadual. O protesto foi marcado por uma série de informações desencontradas. Policiais militares que não se identificaram disseram à reportagem que houve interferências propositais no rádio da polícia e dizem que existiu paralisação de atendimento de ocorrências também no interior do estado. N |
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| Políciais militares de Curitiba pararam de atender ocorrências na noite de quarta-feira (10). Pelo menos dois batalhões (o 13° e o 17°), eles protestam contra a proposta salarial apresentada na quarta-feira (10) pelo vice-governador Orlando Pessuti (PMDB). Segundo informações da Rede Paranaense de Comunicação (RPC) a categoria também usa a própria frequência de rádio para organizar a manifestação. Esposas dos policiais rebelados já foram convocadas para participar de piquetes em frente aos quartéis, já que, pela lei, os policiais militares são proibidos de fazer greve, sob a possibilidade de serem presos. |
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| Governador ameaça, PMs reagem na internet Requião disse que se houver greve na poloícia “é cadeia e rua”. Praças não deixaram barato Como não poderia deixar de acontecer, o governador Roberto Requião foi áspero contra o movimento de praças policiais militares que na noite de quarta-feira se aquartelaram nos 13º, 12º, 17º e 20º Batalhões da PM, em Curitiba e região. De Londrina, onde participava da solenidade de inauguração de um hospital público, Requião disse entender o direito de protesto, mas em caso de paralisação da categoria, “É cadeia e rua!”. Sobre o aquartelamento, o governador disse que se tratou de uma safadeza. Durante a noite e a madrugada de ontem os policiais não atenderam a chamados — com exceção de casos urgentes — e se recusaram a deixar os quarteis. Tudo por causa do anúncio por parte do governo de um Projeto de Emenda Constitucional que prevê aumento para a polícia, mas que na visão dos praças — soldados, cabos, sargentos e sub-tenentes — beneficia em muito os oficiais, mas oferece um pífio aumento de R$ 300 para a maioria. Depois de ver as palavras do governador correr os noticiários e a internet, eles responderam, também pela internet por meio de salas de bate-papo e microblogs. “Esse governador é uma piada”, dizia uma postagem. “Governador mesmo foi o Richa (José Richa)”. “Vai pular nas urnas”. Uma outra postagem questionava quantos policiais o governador conseguiria prender desde que o movimento permancesse unido. Ontem de manhã, o comando da PM falou sobre o incidente com a imprensa e, de tarde, reuniu representantes de todos os batalhões para explicar como será o aumento. Desde a noite de quarta-feira, o comando trata a movimentação dos praças como um mal-entendido. Porém, o mal-entendido na visão do deputado estadual Mauro Moraes foi fruto da falta de comunicação do comando da PM e do governo. Além do que, o projeto não é nada esclarecedor. “O projeto é mal detalhado, e do jeito que está, cria duas polícias. Não podemos dividir a PM”, justifica o deputado. Apesar de entender os motivos que levaram os policiais a tomarem a atitude radical, o deputado estadual Mauro Moraes (PSDB) fez um apelo, na manhã de ontem, para que a “família miliciana” mantivesse a calma. “Se já temos uma ssassinato a cada 45 minutos na Grande Curitiba, imagina se os policiais cruzam os braços. Fica tudo muito pior. Temos que lutar lá dentro (na Assembleia). Isso garanti a eles”, disse. Moraes vai propor emendas ao projeto apresentado pelo governo para corrigir as distorções salariais. Assim que a PEC entrar em votação, Moraes deve apresentar as suas emendas, que serão construídas juntamente com os soldados policiais militares. “Mas basicamente vou apresentar duas propostas. Ou deve ser linear, com aumento na mesma porcentagem para oficiais e praças, ou então se aproveite a lei de escalonamento gradativo, que já existe”, adianta Moraes. Ainda conforme o deputado, a turbulência nos quarteis por conta da insatisfação geral já vinha de tempos, e ele advertiu o governo diversas vezes quando ainda estava no partido do governador Roberto Requião. fonte; Bemparaná 12/03/2010 |
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